segunda-feira, 14 de julho de 2008

(poeminha para se ler bem rápido, assim como se fosse pra ninguém ouvir, nem perceber):

sobe e desce
essa vida
tão bonita
tão singela.
só um grito
que precisa
pra história
se fazer.
você passa
lá na rua
e eu grito
da janela.
o aconchego
dos teus braços
deixa que
o futuro vê.

.

=)

domingo, 13 de julho de 2008

momento cultural

recomendação da Robs:

"Penis Envy"
(não esqueçam de interagir com os pintos aí em cima. passem o mouse e divirtam-se!)

.

e, pra quem quiser ver mais trabalhos dessa pessoa incrível, clique aqui.

sábado, 12 de julho de 2008

definição de saudade, segundo a Wikipedia:

"Saudade um sentimento que traz consigo uma dor imensa a qual somente quem ama realmente sabe o que significa. (...) Diz a lenda que foi cunhada na época dos Descobrimentos e no Brasil Colônia esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim solitáte, solidão".

agora que todos sabem a definição da palavra, vou escrever algo que eu espero que faça sentido:

Saudade, só minha
saudade, que bate
aqui dentro
que dói, que puxa
meu espírito para baixo
debaixo de um cobertor frio.
Esquenta, coração, esquenta.
Levanta e vem aqui pra dentro
que aí fora o vento ta batendo
de saudade daquela que não volta;
do tempo ao relento,
das coisas que passam...
das mudanças que me atacam,
que me devoram, que pesam
nas costas.

Vem, coração, vem.
Sai daí. Volta...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

(nota sobre a decepção trabalhista):

vida efêmera:
um dia em cima,
outro embaixo.

dia efêmero:
uma vida em cima,
e a outra pra baixo,

de cabeça pra baixo,
pra não deixar morrer,
pra sobreviver.

pra deixar a rotina
sem querer, mas ter
que viver,

nessa efemeridade
da vida, sem ter
o que fazer.

terça-feira, 8 de julho de 2008

nossa, ultimamente eu estou numas de repetir sons, não é mesmo? deve ser a inércia dessa vida repetitiva, cheia de punhetagem.

(comentário absurdo de uma noite
em que tudo ocorreu bem,
menos algumas coisas da vida.)
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