E, de repente, tudo acaba. Tudo vai embora, como se não tivesse sido.
Como se não tivesse acontecido. Como se não tivessem me amado tanto
ou como se não fôssemos um.
Nunca fomos um.
Fomos sempre dois, vagando, nos matando aos poucos.
Tudo isso acaba agora.
E, incrivelmente, eu estou bem.
domingo, 15 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
quarta-feira, 4 de abril de 2007
nota idiotinha da noite
Uma pontinha de desprezo
surge lá do fundo
e eu sei que você
não tá nem aí.
Desculpinhas bestinhas.
Quanto tempo mais
você precisa
pra me destruir?
(Tudo no diminutivo mesmo.
É assim que sempre vai ser.
E você? Quanto tempo mais
ainda vai rir?)
Atrás de suas musas inexistentes,
meninas sem dentes
e tudo mais que há por vir.
Pessoa sem sensibilidade,
é muita incapacidade
não perceber
que eu estou pra explodir.
surge lá do fundo
e eu sei que você
não tá nem aí.
Desculpinhas bestinhas.
Quanto tempo mais
você precisa
pra me destruir?
(Tudo no diminutivo mesmo.
É assim que sempre vai ser.
E você? Quanto tempo mais
ainda vai rir?)
Atrás de suas musas inexistentes,
meninas sem dentes
e tudo mais que há por vir.
Pessoa sem sensibilidade,
é muita incapacidade
não perceber
que eu estou pra explodir.
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